
Fevereiro, 2012.
Um dia de tanta raiva, eu chutei o pau da barraca. Nem percebi que um jovem rapaz impediu que ele caísse.
Com um ar extremamente novo, ele me roubou um boa tarde.
Como quem não quer nada, ele conseguiu arrancar-me um sorriso.
E com um sutil "já vai?", conseguiu que eu falasse: "já volto..." E eu voltei, sem nem perceber.
Em um ato extremamente insano e louco, ele me fez gargalhar. E eu garanto que foi bem divertido.
No momento de maluquice quase que absoluta e de uma forma completamente nova, roubou-me um beijo... Dois beijos... Três beijos e um abraço...
Como em um golpe certeiro me deixou paralisada com um leve beijo na nuca e um abraço apertado.
De uma forma bastante divertida e engraçada ele me fez dançar... Na chuva!
Com seu jeito de gente doida, ele me chamou atenção.
Com sua inconsequência, ele me fez rir sem motivos.
Com a sua (boa) safadeza, me roubou beijos, abraços, carinhos, sonhos e sorrisos.
Com o seu sorriso... Bem, com o sorriso... Quando lembro do sorriso dele eu até esqueço o resto do mundo. Que estranho!
Me deixando com raiva ele conheceu minha verdadeira face. Mostrou-me o quanto eu estava equivocada e fez com que eu percebesse que eu sentiria (e muito) a sua falta.
Não sei o que ele fez. Não sei o que ele falou. Não lembro o que pensou, só sei que deu certo. Sim, Ele me ganhou.
E como já dizia o poeta:
" Venho até remoçando, me pego cantando sem mais e nem por quê... "
E quanto ao pau da barraca... Deixe que caia. Deixe que desabe. Deixe que morra esta porra.
Até Breve,
Ass.: A Dona das Gotas de Marfim.
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