terça-feira, 12 de junho de 2012

Cartas para um certo Romeu



Junho, 2012.

"Ao meu eterno e único amor.

Meu bem,

A quanto tempo, como está? Sinto tanto a sua falta. Os dias parecem intermináveis quando estou longe de você. Se estamos perto, as horas escorrem pelos dedos numa velocidade enorme.
Como estão as coisa? Com você está tudo bem?
Sinto falta das nossas conversas sabia. Ah, como eram agradáveis os fins de tarde ao seu lado, e como eram divertidos também. Cada risada, cada abraço, cada beijo... Sinto falta de te ver com raiva, de te ver com sono, de te ver em desespero, de cada susto, de cada almoço, cada jantar, das madrugadas sem sono e até dos seus porres....
Sinto falta de tudo... e como eu era feliz.
Meu amor, você que foi o único, nunca esqueça de mim. Prometa-me que não esquecerá do meu rosto, do meu sorriso, que eu sei que você ama. Não esqueça também dos maus hábitos, afinal.... Não esqueça do que você mais odiava em mim, prometa!
Prometa-me que não esquecerá do principal... Quando me encontrar, por favor meu grande amor, me reconheça!

Um beijo, aquele, que é só seu!"


Texto em homenagem a uma amiga de longa e linda data que em um momento unicamente seu escreveu tais lindas palavras ao seu amor. Gentilmente, a jovem e talentosa moça me entregou a carta e pediu para que rasgasse, pois o moço a quem escreverá já não era mais merecedor do seu amor. Achei maldade rasgar e guardei, sabia que ficaria bem em alguma data especial. A todos que amam um recado: ame, chore, sofra, sorria, beije, brigue, abrace, perturbe... enfim... Ame em toda a sua essência e simplicidade. Ame sem moderação!

Até breve,
Ass.: A Dona das Gotas de Marfim.

2 comentários:

  1. Nossa... Quem será a dona das gotas de marfim?

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    1. Talvez uma jovem ou uma velha. Um pouco insana, um pouco sensata. Alegre com leves toques de tristeza.... Não sei... Talvez seja uma mulher simples, mas ao mesmo tempo, complexa.

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