terça-feira, 26 de janeiro de 2016

E é aqui onde a gente para!



Janeiro, 2016.


E a cá estamos mais uma vez, nessa nossa louca brincadeira de ciranda onde só ficamos rondando um ao outro e nada fazemos.
E aqui esta você nevoando meu pensamento com uma risada que insiste em ser um vislumbre do que um dia foi sem ter sido, que foi desejado e que foi largado antes que pudéssemos dizer amém um ao outro e pular pra parte legal do nosso filme, que era pra ser longa e virou curta-metragem.
E ai você me toma os sentidos, me rouba a sanidade, sequestra meu pensamento e torna-se senhor da minha risada contida, do riso comedido e escondido no canto da boca quando lembro seu jeito de esconder o que sente, de fingir nao ter raiva e de ser escancaradamente carinhoso quando (e sempre que) quer.
E ai estou eu, mais uma vez me expondo, sendo de novo exagerada como o signo ordena, e com a certeza de que lhe roubei dois sorriso, uma surpresa e um rosto corado, talvez pela saudade, talvez pela duvida ou até mesmo corado pelo simples fato de ser eu lhe usando como minha inspiração secreta.
E é aqui, é exatamente aqui onde damos um freio, onde lembramos quem somos, o que escolhemos, o que devemos e o que nao podemos. O que não podemos... infelizmente (ou felizmente, é só questão de ponto de vista), é o que mais queremos!


Até Breve,

Ass.: A Dona das Gotas de Marfim.

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