Agosto, 2011.
Não é fome. Não é sede. Não é sono, muito menos coragem. Não é vontade de rir, mas também não é tristeza. Não é vontade de me explicar, nem de ser compreendida. Não é vontade de aparecer e nem de sumir.
É uma dor que eu nunca senti, um vazio que eu não sei explicar. Só sei dizer que tão caindo gotinhas de marfim e que eu não consigo evitar que elas caiam.
Será que tem remédio? Já diziam os mais antigos: " O que não tem remédio, remediado está."
É, uma hora isso passa. Até uva passa.
Se isso é gostar, imagine como é sofrer.
Até Breve,
Ass.: A Dona das Gotas de Marfim.
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