
Agosto, 2011.
Mais um mês começa. Adoro o mês de agosto por que é cheio de curiosidades. Você sabe por que o oitavo mês do calendário gregoriano recebeu este nome? Bom, corre o boate de que o imperador de roma Cesar Augusto, ganhou este mimo por meio de decreto no qual o mês anteriormente chamado de Sextilis passou a ser chamado de Agosto. Dizem as más linguas também que Cesar Augusto não quis ficar atras de Julio César, que teve também um mês batizado em sua homenagem, (adivinhem qual. Julho - povo sem criatividade) e exigiu que o mes de agosto também tivesse 31 dias (moça mimada). Pois bem, além dessas existem outras coisas interessantes no mês de Agosto.
Foi nesse mês que o doido do Getúlio Vargas decidiu sair da vida para entrar na História. Óh, que meigo, se eu tivesse coração ele se partiria com essa história. Foi também o mês em que rebaixaram o pobre coitado do Plutão a planeta-anão. Coitadinho.
É um mês bem legal. Porém, foi o mês escolhido para um crime fatal. Um homicido doloso, aquele onde há a intenção de matar. Em agosto de 2011 eu resolvi assassinar friamente e sem piedade o amor e a felicidade! Não deu certo. De uma hora pra outra tomou conta de mim um sentimento que eu jamais havia sentido. Eu fraquejei, não consegui executar meu plano perfeito. Aquele momento tinha tudo pra dar certo e colocar fim de uma vez por todas no que eu estava causando. Eu resolvi matar a minha felicidade e o sentimento de amor que crescia em mim não por maldade ou crueldade e sim para ver sair do coma um amor antigo e ver resurgir a felicidade de de duas pessoas. Foi uma atitude meio São Francisco de Assis, afinal, ja dizia a oração: "É dando que se recebe". Então, eu tomei minha decisão e falei: é melhor arrancar uma flor com uma praga do que deixa-la e comprometer todo o roseiral. Mas por que eu não consegui? Por que não consegui afastar de mim a felicidade e o amor.
Bem, com a felicidade eu ja me resolvi, fizemos as pazes e ela me mostrou um lado que eu não conhecia, o lado magico e divertido do mundo das palhaçadas. Já o amor, nos fizemos um acordo. Eu paro de fugir dele e ele para de perseguir.
Certa vez ouvi falar que o amor e o odio são sentimentos iguais e que entre eles só há um passo. Me resta saber agora quem vai dar o primeiro passo.
É que seus olhos castanhos, me olhando com aquele ar de quem pede colo. Esses olhos que se enchem de lagrimas quando eu escondo meu sorriso e digo que vou, mas que se enchem de brilho quando eu começo a rir e digo que fico. Essas joias raras que conseguem me hipnotizar e me fazer perder a razão, esse castanho que me puxa como os olhos de ressaca de Capitu. É que eles me respondem sem eu pergutar e me perguntam coisas que eu não sei responder. É que seus olhos castanhos, me metem mais medo que um raio de sol e me dão mais segurança que um abraço. Eu amo esses olhos que me cegam de paixão.
Odeio-te tanto meu amor. E amo tanto odiar-te. Odeio a ideia de não te ter e amo essa incerteza.
Até Breve,
Ass.: A Dona das Gotas de Marfim.
*So take a chance and don't ever look back*
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